O blogue Mais Angola, novo na nossa cobertura, traz um interessante texto para reflexão sobre o futuro da Angola, com um desafio para o leitor: pensar a Angola de 2022. O trecho que escolhi para traduzir foi o seguinte:

Nessa conformidade o que interessa é a Intelligence Thinking de base estratégica. O desafio é pensar a inovação-inteligente como instrumento de abordagem do País numa perspectiva de longo prazo, sustentadora da acção de curto prazo ao nível político, económico, social e cultural.

Na refexão proposta, Peixoto Alvez deixa algumas questões estratégicas:

- Que papel do estado na economia e na área social?
- Que política territorial estratégica (ordenamento, mobilidade, rede de cidades e administração)?
- Que políticas de saúde, educação e ciência?
- Que políticas de inovação e tecnologia?

Mas, Angola é ainda hoje um País desigual. A constatação deste facto, coloca desde logo um conjunto de interrogações:

- Em que sectores da sociedade?
- Com que distribuição territorial?
- Que factores induzem essa desigualdade?
- Que estratégias se podem introduzir no sentido de as resolver?

Do mesmo blogue, também vale a pena ler o post: ANGOLA: O Novo Desenvolvimento – O caminho do Pós-Subdesenvolvimento



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